flavinho futsal


galera to de endereço novo: a partir de agora vc me encontra no blog:flavinhoesportes.blogspot.com

vem comigo!!!!!!!!!!!!!!!!!



 Escrito por flavinho às 14:39:19 [] []






uma entrevista do brasileiro alvaro melo,membro da comissao de futsal da fifa,esclareceu bem a nao participação do futsal em olimpiadas!

alvaro diz que se trata por um lado de uma questão tecnica que se resume ao numero de modalidades participantes que podem variar de 26 a 28 modalidades,e que pra londres 2012 o coi(comite olimpico internacional) definil um numero de 26 modalidade,ou seja pra alguem entrar,alguem tem que sair

mas,a questão central é politica.segundo alvaro o futsal tem sido usado como moeda de troca pelo coi para fazer barganha em ração ao futebol de campo!em virtude de o futebol ter o poder de atrair público e claro,gerar mais renda ao coi que outros esportes,entao o coi insere o futsal nos jogos olimpicos se a fifa liberar 11 jogadores com mais de 23 anos para a disputa do futebol nas olimpiadas.ora,se a fifa liberar,teremos uma copa do mundo em plenos jogos olimpicos,o que jamais vai acontecer!

alvaro propos inclusive que o futsal substitua o futebol,o que nao será aceito pelo coi,pois a receita gerada pelo esporte mais popular do mundo é muito grande.mesmo jogado por atlétas mais jovens(apenas 3 atlétas com mais de 23 anos podem participar das olimpiadas por cada seleção)!

então tudo ficará assim...

o futsal fora e o futebol dentro!

opine ai!!!!

 



 Escrito por flavinho às 14:22:03 [] []






catigúa segue invicto na copa regional aagtap em 4 categorias,sub9 sub 11 sub 13 e sub 15, mostrando a força do trabalho que realizamos no clube!

no alto paranaiba não há outro clube referencia como o catiguá.o que prova que se a estrutura fosse melhor,estariamos brigando por titulo no campeonato mineiro todos os anos!!!!!!!!!



 Escrito por flavinho às 14:17:25 [] []






 
 

organizaçao do treinamento

o catiguá estreiou com 4 vitorias na copa regional de futsal:

jogando em casa nossos garotos nao tomaram conhecimento da equipe do fenix de uberlandia e foi muito bem na abertura da competiçao!

com destaque para o sub 15 que com um jogo envolvente teve facilidade para golear por 7x2,o sub 11 tbem jogou muito bem e venceu por 5x2

com alguma dificuldade o sub 13,que nervoso em quadra demorou pra encontrar seu melhor padrão de jogo venceu por 4x2 e os garotinhos do sub 9

nao estranharam a estreia e fizeram 4x1 com um bom espetaculo!



Categoria: artigos
 Escrito por flavinho às 18:44:53 [] []






vem ai a copa regional de futsal

catiguá joga em quatro categorias!



 Escrito por flavinho às 14:49:29 [] []






 
 

como ensinar futsal na aula de educação fisica


    A educação física é uma disciplina pedagógica permeada de pensadores e professores preocupados com a melhoria do seu tratamento pedagógico no contexto escolar. Os procedimentos pedagógicos são os mais diversificados e todos complementares, pois a escola atende a sociedade, e atender a sociedade é lidar com contextos socioculturais expressivos, além das características físicas e desenvolvimentistas que cada aluno apresenta. A idéia básica é que o professor, ao ensinar futsal na escola, deve ter conhecimentos sobre os procedimentos de ensino e escolher os mais adequados para a realidade de sua escola e de cada turma que trabalha. Neste sentido, citaremos alguns procedimentos de ensino que possam nortear o ensino do futsal na escola.

    Como principal facilitador do ensino do futsal, destacamos a importância do jogo no processo de formação do aluno, como é defendido por Freire e Scaglia (2003), Paes (2002) e Rangel-Betti (2001). O jogo é o procedimento pedagógico mais utilizado na escola porque necessita de poucos materiais, o que já se sabe é escasso nas escolas. Através do jogo, a sociedade se desenvolve, o aluno é motivado a aprender, as habilidades são aperfeiçoadas, desenvolvem a criatividade, a cognição e aprendem a resolver problemas e a tomar decisões. Além de estimular a inclusão e o desenvolvimento das inteligências múltiplas, entre outros (BALBINO, 2002).

    Nos primeiros anos (1ª a 4ª série) é importante trabalhar a ludicidade, como destaca Santana (2003b):

    “Principalmente nos primeiros anos de aprendizado, deve-se veicular o componente lúdico. Os jogos da cultura infantil têm essa característica. Praticando jogos já conhecidos, fica mais fácil para o professor ensinar o que a criança ainda não sabe e deve aprender. O lúdico é a ponte. Essa atitude de aprender com prazer, brincando, sinaliza para outra: gostando de como aprendem esporte, as crianças poderão incorporá-lo definitivamente em suas vidas” (SANTANA, 2003b).

    Ainda nos quatro primeiros anos do ensino fundamental, destacamos a importância de não trabalhar conteúdos específicos de cada esporte coletivo, no caso o futsal, e sim com elementos comuns a todos eles, para que não ocorra a especialização precoce e, ainda, o privilégio da técnica. Com a utilização de jogos também relevaremos a lógica do jogo, assim a técnica será aprendida em decorrência dos jogos, sendo estes propósitos defendidos pelos autores Claude Bayer (1992), Júlio Garganta (1995) e Roberto Paes (2002). Estes autores também preconizam que os esportes coletivos possuem princípios operacionais comuns: sistemas ofensivos e defensivos. Estes princípios, pressupõe-se que devam ser ensinados a partir da 4ª série e os sistemas específicos do futsal, a partir da 5ª série, com utilização de sistemas simples.

    O professor Wilton Santana (comunicação pessoal, 27 de novembro de 2003) destaca quatro tipos de atividades motoras para ensinar o futsal: astarefas que são vivências do gesto motor sem a preocupação com o aprimoramento técnico; as brincadeiras que são jogos presentes na cultura popular e infantil; os jogos reduzidos, com espaço e número de jogadores reduzidos, preservando-se ou não a unidade do jogo; e os jogos adaptados, quando joga-se a quadra toda, podendo-se alterar ou não o número de jogadores, com regras adaptadas e preservando ou não a unidade do jogo (cooperação, oposição, finalização e diversidade).

    Outro ponto importante a ser destacado é o bom nível de relacionamento entre os alunos e com o professor - sendo essenciais para a aprendizagem dos conteúdos propostos - e a aprendizagem social e reflexiva dos alunos. Uma sugestão é a estrutura das aulas compostas de reuniões com os alunos para planejamento e decisões prévias sobre a aula, realização do jogo ou atividade eleita, paralisação do jogo para discussão, reflexão e propostas para continuidade da aula, testagem da solução e variantes e, avaliação e planejamento da aula seguinte. O professor deve buscar o consenso e aceitação entre os alunos com ampla flexibilidade no desenvolvimento do conteúdo (BRACHT, 1992). Contudo, devemos incentivar os alunos a construírem as atividades ou jogos para a aprendizagem do futsal na escola (FREIRE, 1989).

    Assim, sugeridos alguns meios de trabalharmos com os conteúdos do futsal escolar, possibilitamos ao profissional de educação física escolar utilizá-los segundo suas necessidades e objetivos das aulas.

fonte: livro pedagogia do esporte



Categoria: artigos
 Escrito por flavinho às 14:48:37 [] []






sub 13 do catiguá representará o futsal da região na semifinal do capeonato mineiro de futsal

jogando na cidade de contagem,nossos garotos vao em busca de uma vaga na grande final!

a data ainda nao está definida,mas estamos trabalhando 5 dias por semana pra buscar essa tão sonhada vaga!



 Escrito por flavinho às 12:48:22 [] []






o blog esta de ferias...

so volto a escrever em agosto!

abraço e até la



 Escrito por flavinho às 15:40:02 [] []






Lenísio
Pivô
10
1831
Nome:Lenísio Teixeira Júnior
Data de nascimento:23-10-1976
N° de Jogos:20
Naturalidade:Cuiabá/MT
Peso:85 kg
Altura:1,78 m
E-mail:leniandre@hotmail.com
Títulos:- Intercontinental (01)
- Liga Futsal (99,02,07,08,10)
- Copa da Espanha (03)
- Recopa européia (03)
- Jogos Sul-Americanos (06)
- Jogos Pan-Americano (07)
- Grand Prix de Futsal (07)
- KL World 5´s (08)
- Mundial de Futsal (08)
- Superliga (08,09,10)


 Escrito por flavinho às 14:28:48 [] []






 

 

O Professor de Futsal

 

A própria maneira de como o futsal é apresentado para a criança pode influenciá-la positivamente ou negativamente, é nesse cenário que o professor, o treinador ou o técnico tem papel fundamental, ele deve agir como educador, tem a grande responsabilidade de fazer com que a criança aproveite o esporte para assimilar de maneira saudável valores como a moral, o respeito, a educação e a disciplina, que mais tarde espelharão sua personalidade, suas atitudes, seus valores, seus comportamentos políticos, religiosos e etc., enfim comportamentos socialmente adequados e esperados de um cidadão. De acordo com Brotto (2001), através do jogo são estabelecidas possibilidades muito variadas para incentivar o desenvolvimento humano em suas diferentes dimensões, tais como o desenvolvimento afetivo e moral.

Estes valores mostram-se, mais facilmente assimiláveis dentro do jogo, pois no jogo o ser humano se apresenta como realmente ele é, em sua mais pura essência, desprovido de qualquer forma de dissimulação, portanto propício a assimilação, daí a grande importância do professor, pois uma vez mal orientadas essas crianças invariavelmente tornam-se adultos privados de valores básicos para o bom convívio em sociedade.

O professor de futsal que trata com crianças tem que ter claro o seu papel de educador, tendo sempre primeiramente o intuito de formar cidadãos e não simplesmente jogadores. Lucena (2001) cita alguns procedimentos importantes que devem ser tomados pelo professor para facilitar o processo de ensino no futsal dando ao aluno capacidade de entendimento não só do desporto mas principalmente dos seus valores, tais como, observar e diagnosticar comportamentos que evidenciem interferências negativas do emocional nas ações motoras (nervosismo, falta de concentração); proporcionar maior variedade de experiências dentro do jogo; evitar preocupação com a performance favorecendo o aprendizado total; utilizar competições como incentivo, possibilitando a participação de todas as crianças no contexto, entre outros.

Santana (2001) ainda completa essa linha de pensamento dizendo que o professor deve ter um compromisso político voltado para os interesses do ser humano, criando um ambiente favorável para o surgimento e incorporação de valores imprescindíveis à vida do homem como autonomia, participação, cooperação, respeito, interação social, solidariedade e liberdade de expressão.

Segundo Apolo (2004), na maioria dos casos em que há uma boa condução da equipe por parte do professor, formam-se indivíduos de bem, dotados de valores característicos do esporte, principalmente quando estes tem a oportunidade de aliar a experiência esportiva com uma base de estudos formais. Daí a importância do futsal ser orientado por profissionais de educação física, cientificamente capacitados para tal e com a obrigação, de acordo com o código de ética profissional do conselho federal de educação física, de zelar pelo desenvolvimento integral dos indivíduos



 Escrito por flavinho às 17:36:28 [] []






Os irmãos Lenísio e Vinícius da Seleção Brasileira de Futsal vão jogar em Patrocínio. Eles vão atuar em uma partida em prol do Hospital do Câncer Dr. José Figueiredo e a ACCAMP (Associação de Combate ao Câncer do Alto e Médio Paranaíba). As informações são da secretária municipal de Desenvolvimento Social, Marly Ávila.

Ela lembra que o pai deles é de Patrocínio e a dupla tem muitos parentes na região. O evento é uma parceria do Hospital do Câncer e Prefeitura.

O time do HC enfrentará o Praia Clube de Uberlândia, dia 03 de julho, às 10 horas no Poliesportivo do PTC.

O ingresso será R$ 10 e estará a venda na Rede Farmácias Nacional, GGM Esportes, com a diretoria do Hospital do Câncer e na sede da ACCAMP, na Rua Coronel João Cândido, Edifício Central.ou comigo no catiguá



 Escrito por flavinho às 13:38:35 [] []






catiguá x monte alegre

nesse domingo dia 5 de junho em monte alegre!

qual de nossas equipes vai se sair melhor,

sub 11 sub 13 ou sub 15?

de sua opinião!



 Escrito por flavinho às 13:23:06 [] []






 
 

pais e atlétas

Este artigo é o produto da prática de estágio realizada em uma equipe de base de futsal da Cidade de Belo Horizonte.
Ao falarmos em influências exteriores, sabemos que em sua constituição estão envolvidos pais/família, amigos, namorados, imprensa, fãs, professores e técnicos, bem como recompensas palpáveis. Nem sempre é fácil estudar e predizer quais as influências que o público exercerá sobre a conduta emocional e motora do atleta. Variáveis tais como as proximidades dos expectadores podem operar mudanças discretas nas respostas neuromotoras. Do mesmo modo, a maneira de o atleta encarar o público, como ele o valoriza, como recebe as críticas são fatores que influenciam seu desempenho ou suas reações diante dos torcedores.
Jolibois (1992) menciona que os pais de atletas são os primeiros e, geralmente, a fonte mais direta de influências exteriores do atleta. Sua influência se diferenciará, dependendo de fatores, tais como: situação socioeconômica, religião, cultura, educação, antecedentes familiares, experiências pessoais com atividades esportivas.
O ambiente fornecido pela família pode modelar o comportamento e a vontade de desempenho em determinada atividade física. O tipo de educação recebida, e a relação entre os pais e os atletas também influenciam na relação que o atleta terá ao se defrontar com uma torcida.
Paivio (1964), estudando a sensibilidade à torcida, causada por educação na infância, concluiu que os pais ao fazerem descaso ao sucesso e punirem o fracasso, provalvemente terão filhos com comportamento extremamente angustiados na presença do público.
A família pode ser uma torcida presente e, como tal, pode inibir ou incentivar o desempenho do atleta variando de acordo com as habilidades técnicas que possui, o que nos permite dizer que, de uma certa maneira, os atletas mais novos sofrem mais na presença de seus familiares, do que os atletas mais experientes.
De acordo com Gusson (1989), existem vários tipos de atitudes paternas que favorecem e estimulam determinados tipos de comportamentos: pais superprotetores que se manifestam através de excesso de atenção e carinho, tornado seu filho tímido, retraído, com dificuldades para aprender e se adaptar aos colegas ou aceitar o público (Ferran, 1990). Pais autoritários que se caracterizam pela punição demasiada, querendo ser sempre obedecidos, não admitindo erros, permanecendo indiferentes ao sucesso de seus filhos, deixando-os sujeitos a tendências para complexos de inferioridade e expectativa ao fracasso. Serão futuramente atletas que não conseguirão enfrentar nenhum tipo de torcida.
No decorrer do estágio, principalmente durante a competição, pode-se notar facilmente esta questão. Alguns pais que demonstravam sua proteção exagerada colocavam seus filhos em total angústia pois os mesmos estavam preocupados em agradar os seus parentes em vez de buscar sua melhor performance.
Quem define o processo de desenvolvimento e formação esportiva de uma criança é quem está numa posição de liderança adulta, e a maneira pela qual a relação de controle exercidas entre estas lideranças para com as crianças e adolescentes pode facilitar e/ou restringir a participação infantil desde muito cedo no esporte.
Um fato importante no estágio ocorreu quando o time estava a um jogo de ser campeão e os pais, através de uma comemoração antecipada, deixaram os atletas ansiosos e preocupados tanto que algumas das crianças não conseguiram dormir, prejudicando assim, o desenvolvimento e principalmente a concentração dos jogadores.
Singer (1977) relata que as habilidades atléticas que requerem coordenação complexa, movimentos executados com precisão e concentração intensa podem ser facilmente prejudicadas pela presença de observadores, até mesmo se estiverem bem aprendidas. Assim, de acordo com essa consideração, atletas que possuem um alto nível técnico e que estão preparados psicologicamente dificilmente se deixarão influenciar por provocações e insultos espectadores, e conseqüentemente, não serão atingidos pelos seus manifestos.
De acordo com Singer (1977), a influência do espectador repercutirá no atleta de maneira significante dependendo do nível de aprendizagem em que ele se situe. Em atletas que estão em estágio inicial de aprendizagem, a influência do espectador poderá repercutir de maneira prejudicial em seu desempenho, visto que, muitas vezes, eles não estão ainda preparados para deparar-se com grandes públicos.
Acontecimentos no estágio se encaixaram perfeitamente no parágrafo descrito acima, pois, durante uma partida pelo campeonato metropolitano um pai começou a criticar seu próprio filho com gestos obscenos e palavras rudes. Com isso o atleta (que ainda é uma criança) ficou assustado e quase prejudicou seu time. Ainda, no mesmo campeonato, percebe-se que alguns atletas necessitam da presença de seus familiares, dando a impressão que seu desempenho dependesse essencialmente dos mesmos.
Como em todo time, existem atletas (apesar de crianças e adolescentes) que conseguem assimilar a pressão tanto da torcida quanto dos pais e, neste grupo de jogares, não foi diferente. Para ser mais preciso, quatro jogares foram essenciais para o bom desempenho da equipe pois eles mostraram calma e concentração nos momentos mais difíceis. Nos seus relatos após as partidas diziam que a pressão era conseqüência de escolher um esporte tão popular.
Entende-se que os atletas prestarão atenção ou irão ignorar o barulho da torcida, de acordo com sua opinião sobre a influência que esse fator exerce em seu desempenho. O atleta possui um autocontrole tal que não se deixa influenciar pelo barulho do público, pois ele está ciente de que se desviar sua atenção para os manifestos da torcida, poderá prejudicar seu nível de desempenho.
Acredita-se que seja função do profissional da psicologia do esporte procurar identificar os atletas e as perturbações emocionais sofridas por estes, em função de espectadores, buscando formas ideais para trabalhar o ajuste adequado do grupo, diante das interferências possíveis, tentando manter o nível de performance sempre próximo do limite máximo.



Categoria: artigos
 Escrito por flavinho às 16:36:28 [] []






ta ai a equipe sub 11 que disputa o campeonato mineiro de futsal 2011!



 Escrito por flavinho às 13:36:17 [] []






A formação dos treinadores de futebol no Brasil

19/05/2011 by: Prof. Cortez

O campeonato brasileiro vai começar e vários técnicos já foram demitidos ou estão sendo “fritados” porque suas  equipes não estavam conseguindo bons resultados. Diante desta realidade que se repete todo ano ficam as perguntas “porque será  que alguns treinadores  que realizaram  bom trabalho em determinado clube não conseguem o mesmo sucesso em outro ?Qual a lógica que justifica a identificação de alguns técnicos com certos clubes ou com certas regiões? Porque alguns treinadores, mesmo contando com bons jogadores, não conseguem montar boas equipes e outros  só se destacam dirigindo times considerados abaixo da média?”

No futebol brasileiro poucos técnicos aceitam convites para palestras em faculdades.

Para responder estas questões precisamos analisar a formação do técnico brasileiro e o meio em que ele atua. A maioria dos treinadores que trabalham no país jogou futebol e carrega na bagagem as experiências adquiridas como atleta na convivência com  inúmeros técnicos. Adotam comportamento assimilado daqueles cuja influência foi  marcante  mas nem sempre eficiente para ser aplicada na maioria equipes, nas condições atuais. Outros não se limitam a copiar seus antigos treinadores, buscam, bem ou mal, conhecimento acadêmico, alguns cursaram educação física  ou outra faculdade. Os técnicos que mais se destacam , os mais valorizados no momento são diplomados.

Mas será que só a experiência ou um diploma universitário são suficientes para garantir a competência necessária para ser técnico de futebol? Claro que não, os bem sucedidos são aqueles conscientes das próprias limitações e que para compensá-las procuram trabalhar em equipe. Àqueles que sabem organizar comissão técnica diferenciada com bons,preparadores físicos , fisioterapêutas, médicos, fisiologistas, nutricionistas, psicólogos, etc. Os técnicos bem sucedidos não se acomodam, buscam especialização constante. Entretanto, o considerado melhor futebol do mundo, não tem , como nos países europeus, escola de treinadores digna da sua tradição. Os nossos treinadores , com raras exceções , não procuram se atualizar e pouco ou nada contribuem, com seus conhecimentos, para a formação de novos técnicos para as categorias de base.

A Escola de Educação Física e Esporte da USP já ofereceu cursos de especialização com o objetivo de formar  novos treinadores e permitir oportunidade de atualização para os que já atuavam na profissão. Infelizmente, nunca contou com o apoio do Sindicato dos jogadores , dos técnicos e, principalmente, da Federação Paulista de Futebol. A FPF, certamente poderia contribuir muito para estimular e promover cursos visando encontrar soluções para os problemas que dificultam o crescimento do nosso principal esporte mas, parece ter outras preocupações!!



 Escrito por flavinho às 18:54:19 [] []




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